Diagnóstico operacional
O diagnóstico começa pela sua operação, não por uma ferramenta.
Antes de falar em software, precisamos entender como o trabalho acontece hoje: por onde ele entra, quem participa, onde trava e o que já foi tentado.
O que olhamos
As mesmas perguntas da primeira etapa do nosso método. Elas não exigem preparo: são sobre o trabalho como ele é, não como deveria ser.
- Onde o processo começa
- O que dispara a rotina — um documento que chega, um prazo, um pedido do cliente, uma planilha que alguém abre.
- Quem participa
- Quantas pessoas tocam o processo, em que ordem, e o que cada uma precisa saber para seguir.
- Quanto tempo consome
- Onde as horas vão, e quais delas são de análise e quais são de conferência, digitação e transporte de informação.
- Onde ocorrem erros
- O que costuma passar batido, o que gera retrabalho e o que só é descoberto tarde.
- Quais ferramentas são usadas
- Sistemas, planilhas, modelos e o que já foi tentado — inclusive o que não deu certo, que costuma explicar mais do que o resto.
O que acontece depois
Ver o método completoPriorizamos o gargalo com maior impacto
Nem toda etapa deve ser automatizada. O que interessa é o que gera mais custo, mais risco ou mais limitação de escala.
Definimos a menor solução capaz de gerar resultado
Pode ser uma automação, uma integração, uma ferramenta interna ou um módulo especializado. O tamanho vem do problema.
Validamos antes de construir tudo
Fluxos, telas e regras são revisados com quem vai usar, antes da implementação completa.
Quando a resposta é não
A conversa inicial é de entendimento e não obriga a nada. Se uma ferramenta pronta já resolver o seu problema, dizemos isso — e dizemos qual. Construir software para uma rotina que um produto de prateleira já cobre é caro para você e ruim para nós.
Solicitar diagnóstico
As perguntas são sobre como o trabalho acontece hoje. Não é necessário propor uma solução técnica — essa parte é nossa.
- Prefere e-mail?
- contato@syscraft.com.br