Trabalhista
Triagem trabalhista que transforma relato em estrutura.
O primeiro atendimento trabalhista é uma conversa. O que sai dela, na maioria dos escritórios, é um texto livre — e é a partir desse texto que todo o caso será construído.
Exemplo de solução sob medida
A implementação não parte de um produto genérico: ela é configurada a partir dos fluxos, documentos, regras e critérios de cada escritório.
Como esse trabalho é feito hoje
Um relato de cliente vem desorganizado por natureza: fora de ordem cronológica, com o que a pessoa considera importante em primeiro plano e o que é juridicamente relevante muitas vezes mencionado de passagem.
A qualidade da triagem depende, então, de quem atende: das perguntas que foram feitas, das que foram esquecidas e da experiência para perceber que uma frase solta sobre horário de almoço merecia cinco minutos a mais.
Em escritórios de volume, o atendimento é distribuído entre pessoas com diferentes níveis de experiência. O resultado pode ser uma triagem desigual — e um caso mal triado muitas vezes só revela o problema quando já está em andamento e alguma informação ou prova está faltando.
O que a solução faz
Capacidades desenhadas para essa operação.
- entrevista adaptativa
- Conduz o atendimento com perguntas que mudam conforme as respostas, aprofundando onde o relato indica que há matéria e não perguntando o que já ficou claro.
- resumo contratual
- Consolida os dados do vínculo — função, período, remuneração, forma de contratação e término — a partir do que foi relatado e dos documentos anexados.
- cronologia
- Reorganiza os fatos em ordem temporal, separando o que é período contínuo do que é evento pontual.
- documentos faltantes
- Lista o que precisa ser reunido para sustentar cada ponto do relato, com a indicação de a que ele se refere.
- alertas
- Sinaliza datas e circunstâncias que merecem verificação imediata pelo advogado, como fatos cuja prova costuma ser difícil de produzir depois.
- mapa preliminar do caso
- Apresenta uma visão estruturada dos fatos, das provas disponíveis e dos temas que o relato tocou — como ponto de partida para a análise, não como conclusão.
Limites
O que esse tipo de ferramenta não faz.
Deixar isso explícito é mais útil que a lista de capacidades. Uma ferramenta que promete tudo não é confiável em nada.
- Não define a tese, não redige petição e não estima resultado ou valor de causa.
- Não decide se o caso deve ser aceito — essa avaliação é do escritório.
- Não substitui o atendimento do advogado; estrutura a coleta para que o atendimento renda mais.
- Não classifica pedidos como procedentes ou improcedentes.
Nenhuma ferramenta assim decide questão jurídica. Elas organizam informação, apontam o que merece atenção e mostram como cada resultado foi obtido. A análise, a estratégia e a decisão continuam sendo do profissional responsável.
Sobre esta operação
O que já escrevemos sobre isso.
- 8 de agosto de 2026Automação de conferência processual com controleUma divergência em CPF, data de distribuição ou valor de pedido parece pontual em uma pasta. Em uma carteira com milhares de processos, ela se propaga.
- 1 de agosto de 2026Entrevista trabalhista adaptativa onlineCada resposta direciona as próximas perguntas, solicita evidências compatíveis e registra o caminho percorrido. O resultado não é uma decisão automatizada, mas uma base factual mais consistente.
Exemplo de solução sob medida
Como um projeto começa.
A implementação começa pelo roteiro real de quem atende: o que cada escritório pergunta, em que ordem e o que considera relevante. É essa calibragem que faz a triagem funcionar. O desenho apresentado aqui é uma referência de capacidade, não um questionário padronizado.
Sua operação não está entre as quatro?
É o caso mais comum. Os exemplos existem para mostrar como uma dor operacional vira ferramenta, não para delimitar o que a SysCraft constrói. O ponto de partida é sempre a mesma conversa: o que na sua rotina consome tempo, é feito à mão e não deveria ser.